(Para Victor Paes)
Sambando a alegria de viver
Quem vê assim mal sabe
Da sofridão e do querer
Malandro que cai no samba
Samba essa angústia do seu peito
O malandro entra na roda
E sorri daquele jeito
O malandro chega em casa
E compartilha o peito lixo
Faz do lixo, nosso luxo
E do luxo, nosso lixo.
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